segunda-feira, 4 de abril de 2011

O que não percebo

Descobri que a chance das coisas acontecerem são inversamente proporcionais ao quanto as desejo conscientemente. Ponto para o inconsciente!
(Talvez seja por isso que eu o encontro todos os dias.)
Negue e acontecerá!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Resumo de Aula

Por que as coisas são o que são? O óbvio não foi sempre óbvio. Ele estava despercebido até que alguém o reparou pela primeira vez.
Uma aula realmente inspiradora. São tão poucas as vezes em que pensamos o porque de todas as coisas. Nos acostumamos com as coisas acontecendo e não pensamos por que elas acontecem.
O simples não foi sempre simples. Ele poderia ter sido parte de todas as outras complexidades as quais nos são alheias.
Fiquei longas horas pensando de onde surgiram as tão numerosas crenças do folclore, não apenas da sociedade como um todo, mas também do folclore pessoal (e da comunidade inteira que habita dentro de cada um). E se todas as fantasias realmente são? Tenho uma grande dificuldade em separar o que é do que não. E se parece que não, mas são? Verdades não são incontestáveis. Sendo assim, existe irreal?
O quanto subjulgamos as outras espécies e nos consideramos superiores é algo realmente intrigante e sem fundamento. O nosso conhecimento é tão limitado sobre todos os mistérios das demais espécies que não duvidaria que elas soubessem mais a nosso respeito do que ousamos saber a respeito delas.


Este texto foi escrito durante uma aula de Ecologia Florestal. Portanto, crédito seja dado ao Professor Marco Aurélio pelas palavras do primeiro parágrafo. O demais é resultado das minhas próprias dúvidas em sala de aula.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Evasão

Imaginar é a saída para quando eu me cansar de mim, ser vários outros "eus" por aí.
E bem mais divertidos!

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Ser alienada é só a minha rota alternativa para todo o terreno que me machuca. Bem, se também quiser fugir: Bem vindo ao meu mundo imaginário!

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Sobre a efemeridade

Juntos brincaremos por aí. Esquecerei minha timidez quando me esconder no teu abraço. E no instante em que me perder, deixarei de te evitar. No infinito do nosso aconchego, tudo o mais é desnecessário.
Quando for embora, lembrarei do teu carinho cada vez que algum sentimento de delícia me tocar.
Deixe-me ser amor. E só!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

O que faz a fotografia

Hoje eu acordei meio assim, nostálgica.
Meus pensamentos vem como peças de um antiquário. Peças essas pertencentes a uma história que ainda não foi. Não, não foi. Ainda faço!
Mas ao me deparar com aquele abraço, com os risos, com as pessoas, pude estar novamente lá. No melhor espaço de lembranças. E aquela foto me trouxe novamente tudo o que há de bom. Estar entre amigos, entre amores, entre risos.
E a alegria é assim. É algo que tem relação com amigos, com abraços e com um certo platonismo que vem fantasiar nossos dias. Algo que tem relação, sobretudo, com um estado de leveza que resulta em catarse literária. E, assim, vai compondo minha história, vai plantando flores de músicas, de pessoas, de momentos e paixões. Meu campo de recordações.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O outro lado

O relógio marca o espaço
do teu abraço.
Assim só posso
contá-lo como:
Largo e apertado
Largo e apertado...